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Jorge Amado & Zélia Gattai

Visita escolar

Hoje de manhã visitou o Memorial um grupo escolar com 50 meninos de uns 6, 7 anos. Chegaram alegres e cantantes com um professor que puxava um coro enquanto subiam a ladeira: -0lê olê, olê olá… eu já tou indo, eu vou chegar… e eles animados respondiam: -pra tomar um guaraná…  Quando entraram no nosso jardim um gorduchinho exclamou: – Eu nem sabia que existia casa desse tamanho. Entre encantados e maravilhados, os meninos seguiram para a visita… alguns munidos de celulares para fotografar tudo e outros, menos tecnológicos, com um bloquinho de papel e lápis nas mãos. Um menininho com cara de bom aluno, desse segundo grupo (o dos bloquinhos) escrevia enlouquecidamente enquanto a monitora explicava cada pedacinho da Casa para eles, outro, mais tranquilo, ouvia atentamente as histórias do lugar e escreveu uma única palavra no seu bloco, tomando nota da coisa mais importante, aquilo que ia lembra-lo desse passeio, para sempre. Maristela, nossa supervisora, que acompanhava a escola de longe, não resistiu à curiosidade e se aproximou para tentar ler que palavra era aquela. O menino, notando o interesse dela, mostrou o papel escrito: PÃO. Mari, deu um sorriso e perguntou: – Pão? Ele  fez uma carinha boa, […] [...]

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O Nome do Cafezinho – Por João Jorge Amado

Diz a lenda – mas não é nada oficial – que há uma boa razão para que os alemães procurem mulheres estrangeiras às alemãs, quando pensam em se casar. As brasileiras, embora bem cotadas, não estão no topo da lista. Preferem as laosianas, vietnamitas e, principalmente as tailandesas. As latinoamericanas vem em seguida. A explicação é fácil. O alemão, num dia frio de inverno, pede à sua mulher tailandesa para lhe fazer um cafezinho. Enquanto ela o prepara, ele acende a lareira e, finalmente, os dois tomam o café e namoram desfrutando aquele calorzinho agradável do fogo de lenha. No mesmo dia frio de inverno, um outro alemão, este casado com uma alemã, tem a ousadia de pedir a mesma coisa. A resposta é imediata: “Por que não faz você, porra? Os direitos são iguais!” E aí a Walkyria coça o saco. Não ponho a mão no fogo pela veracidade da lenda – afinal, trata-se de lenda – pois correria o risco de ganhar o apelido de maneta. O que posso dizer, em testemunho da verdade, é que já ouvi de conhecidas minhas, das poucas brasileiras que conheço que são (ou foram) casadas com alemães, que foram instadas por amigas […] [...]

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Mais 1 de 2 Imprimir tudo Nova janela Crônica de Domingo, 9 de julho de 2017 – (por Paloma Amado)

Piña Colada, pneumonia e minha primeira ida aos EUA Papai e mamãe convidaram a Pedro e a mim para acompanhá-los à reunião do Pen Club Internacional, que ia se realizar em Nova York. Nunca tínhamos ido aos Estados Unidos, aceitamos na mesma hora. Era janeiro, inverno brabo. Papai, que nunca sentia frio, saiu do aeroporto todo mal agasalhado, apesar das broncas de mamãe. Nevava, ficamos do lado de fora tomando frio, enquanto esperávamos por Alfredo Machado que fora nos buscar com seu carrão. Ao entrar no hotel, papai já tinha 40º de febre. Aí, meu Deus! Veio médico, exames, quando deu o diagnóstico, mamãe também já estava com febre. Os dois unidos na pneumonia, com prescrição de repouso radical, canja de galinha e antibióticos. Foi uma semana de tratamento. Exatamente a semana de reuniões do Pen Club. O hotel era ótimo, margiava o Central Park, perto da 5ªAvenida, quase ao lado do Waldorf Astoria. Passamos a semana, Pedro e eu, conhecendo um pouco da Big Apple, e ficando íntimos de todas as delicatessen do entorno, onde comprávamos a Juïf Chicken Soup, a nossa boa canja de galinha!, para os pais, assim como milhos cozidos (olha aí, Auta Rosa!!), que eram […] [...]

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