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Jorge Amado & Zélia Gattai

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Crônica de Domingo, 10 de setembro de 2017 – por Paloma Amado

Avó Nanna, nanna, nanna, puppo nanna Puppulineto bello, della mamma Della mamma e anche del pappa Puppulineto bello, nanna farà   Com esta ninananna, don’ Angelina fez dormir seus cinco filhos. Dona Zélia a cantou para mim, antes para Luiz Carlos e João Jorge, com sua voz afinadíssima e todo o sentimento d’alma. Eu embalei com ela minhas meninas, caprichando na pronúncia do dialeto vêneto. Mariana cantou para Nicolau, Cecília para Felipe. Em todas as gerações era tiro e queda, bastava uma cantada e a criança dormia. Vovó nasceu em Pieve do Cadori, nas Dolomitas, no Norte da Itália, região do Vêneto. Nasceu Angela Maria Dacol. Veio pequena para o Brasil com sua família, que buscava melhorar de vida no país tropical, cheio de calor e chances. Aqui, no registro da imigração, passou a ter como nome oficial o seu apelido: Angelina. Adolescente, conheceu meu avô Ernesto nas festas operárias. Ele era um militante arnarquista, vindo de Florença com a família para integrar o grupo que formaria a Colônia Cecília, no Paraná. O objetivo fracassado, sua família, os Gattai, foram para São Paulo, onde Ernesto, além de fazer política, consertava bicicletas. Amor, paixão, o louro Ernesto e a bela morena Angelina […] [...]

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Visita escolar

Hoje de manhã visitou o Memorial um grupo escolar com 50 meninos de uns 6, 7 anos. Chegaram alegres e cantantes com um professor que puxava um coro enquanto subiam a ladeira: -0lê olê, olê olá… eu já tou indo, eu vou chegar… e eles animados respondiam: -pra tomar um guaraná…  Quando entraram no nosso jardim um gorduchinho exclamou: – Eu nem sabia que existia casa desse tamanho. Entre encantados e maravilhados, os meninos seguiram para a visita… alguns munidos de celulares para fotografar tudo e outros, menos tecnológicos, com um bloquinho de papel e lápis nas mãos. Um menininho com cara de bom aluno, desse segundo grupo (o dos bloquinhos) escrevia enlouquecidamente enquanto a monitora explicava cada pedacinho da Casa para eles, outro, mais tranquilo, ouvia atentamente as histórias do lugar e escreveu uma única palavra no seu bloco, tomando nota da coisa mais importante, aquilo que ia lembra-lo desse passeio, para sempre. Maristela, nossa supervisora, que acompanhava a escola de longe, não resistiu à curiosidade e se aproximou para tentar ler que palavra era aquela. O menino, notando o interesse dela, mostrou o papel escrito: PÃO. Mari, deu um sorriso e perguntou: – Pão? Ele  fez uma carinha boa, […] [...]

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