Blog

Jorge Amado & Zélia Gattai

O Nome do Cafezinho – Por João Jorge Amado

Diz a lenda – mas não é nada oficial – que há uma boa razão para que os alemães procurem mulheres estrangeiras às alemãs, quando pensam em se casar. As brasileiras, embora bem cotadas, não estão no topo da lista. Preferem as laosianas, vietnamitas e, principalmente as tailandesas. As latinoamericanas vem em seguida. A explicação é fácil. O alemão, num dia frio de inverno, pede à sua mulher tailandesa para lhe fazer um cafezinho. Enquanto ela o prepara, ele acende a lareira e, finalmente, os dois tomam o café e namoram desfrutando aquele calorzinho agradável do fogo de lenha. No mesmo dia frio de inverno, um outro alemão, este casado com uma alemã, tem a ousadia de pedir a mesma coisa. A resposta é imediata: “Por que não faz você, porra? Os direitos são iguais!” E aí a Walkyria coça o saco. Não ponho a mão no fogo pela veracidade da lenda – afinal, trata-se de lenda – pois correria o risco de ganhar o apelido de maneta. O que posso dizer, em testemunho da verdade, é que já ouvi de conhecidas minhas, das poucas brasileiras que conheço que são (ou foram) casadas com alemães, que foram instadas por amigas […] [...]

Ver a notícia completa

Mais 1 de 2 Imprimir tudo Nova janela Crônica de Domingo, 9 de julho de 2017 – (por Paloma Amado)

Piña Colada, pneumonia e minha primeira ida aos EUA Papai e mamãe convidaram a Pedro e a mim para acompanhá-los à reunião do Pen Club Internacional, que ia se realizar em Nova York. Nunca tínhamos ido aos Estados Unidos, aceitamos na mesma hora. Era janeiro, inverno brabo. Papai, que nunca sentia frio, saiu do aeroporto todo mal agasalhado, apesar das broncas de mamãe. Nevava, ficamos do lado de fora tomando frio, enquanto esperávamos por Alfredo Machado que fora nos buscar com seu carrão. Ao entrar no hotel, papai já tinha 40º de febre. Aí, meu Deus! Veio médico, exames, quando deu o diagnóstico, mamãe também já estava com febre. Os dois unidos na pneumonia, com prescrição de repouso radical, canja de galinha e antibióticos. Foi uma semana de tratamento. Exatamente a semana de reuniões do Pen Club. O hotel era ótimo, margiava o Central Park, perto da 5ªAvenida, quase ao lado do Waldorf Astoria. Passamos a semana, Pedro e eu, conhecendo um pouco da Big Apple, e ficando íntimos de todas as delicatessen do entorno, onde comprávamos a Juïf Chicken Soup, a nossa boa canja de galinha!, para os pais, assim como milhos cozidos (olha aí, Auta Rosa!!), que eram […] [...]

Ver a notícia completa

Crônica de Domingo, 25 de junho de 2017 (por Paloma Amado)

Triste drops junino e outros dropsinhos amenos (pelo menos  um imenso!) 1. Porque não gosto de fogueira. Eu era pequena, uns 7 anos, João 11, fomos passar as férias de inverno em Carmo do Cajuru, em Minas, onde morava minha tia Vera.  Cidade pequena e bonita, eu estava no meu ambiente: conhecia as pessoas, podia andar sozinha pelas ruas e ainda tinha o colo de minha tinha preferida, amor do meu coração. Tia Vera avisara a mamãe da festa junina da cidade, com grande fogueira no meio da praça, fogos e muita animação, e dona Zélia providenciou um vestido de caipira, que veio na minha mala. Acompanhei a montagem da fogueira, a armação das barraquinhas da quermece, provei os doces de milho de todas as quituteiras, os de minha tia, a rainha dos quitutes, eram sem dúvida os melhores. Sonhava com o dia de vestir aquele vestido rodado, enfeitando de bandeirinhas de pano. E o dia chegou, e lá fomos nós. João logo foi para a turma dele e eu fiquei, meio aparvalhada, vendo o fogo alto daquela fogueira que, pelo menos para mim, era enorme. Distraída do jeito que sou, custei a ouvir o menino grande, uns quinze anos, […] [...]

Ver a notícia completa
1 2 3 9

Como chegar

Referência do Bairro, saiba como chegar à Casa do Rio Vermelho

Rua Alagoinhas, nº 33, Rio Vermelho

Traçar rota

Copyright 2016 A Casa do Rio Vermelho todos os direitos reservados |
PORTO (Dori Caymmi) – 100% Som Livre Edições Musicais